Uma nova regulamentação do Programa Farmácia Popular, publicada esta semana, prevê a modernização tecnológica, a ampliação do acesso e a melhoria do monitoramento do serviço.
Em nota, o Ministério da Saúde informou que
um grupo de trabalho vai discutir a oferta de exames de sangue e urina, testes
rápidos, teleatendimento e monitoramento terapêutico.
Segundo a pasta, também será avaliado o
credenciamento de unidades em áreas vulneráveis, considerando critérios como
densidade demográfica e priorizando periferias de grandes centros.
Para locais com maior dificuldade logística,
como regiões ribeirinhas, será estudada a possibilidade de estruturas
alternativas para assistência, como unidades volantes ou avançadas de
atendimento.
De forma imediata, a atualização da portaria
do Farmácia Popular traz o aprimoramento do controle e o monitoramento das
unidades credenciadas, com foco em gestão de risco.
A adoção de sistemas automatizados e a
digitalização de dados e processos, segundo a pasta, também vão permitir maior
acompanhamento do serviço.
O Farmácia Popular oferece, gratuitamente, um
total de 41 itens de saúde, incluindo fraldas geriátricas, absorventes
higiênicos e medicamentos para diversas condições, como hipertensão, diabetes,
asma, doença de Parkinson e glaucoma.
Atualmente, o programa registra 28 mil
farmácias credenciadas e está presente em mais de 4,9 mil municípios, com
cobertura de 97% da população brasileira. Em 2025, dados do ministério indicam
que 27,3 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo serviço.
