O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), cargo que assumiu em janeiro deste ano, vem enfrentando críticas cerradas, tensões e resistências internas.
A condução centralizadora e as últimas articulações
feitas por Rogério Marinho têm gerado ruídos e insatisfações crescentes entre
aliados, principalmente do chamado “comitê dos EUA”, do qual o ex-deputado
Flávio Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo fazem parte.
Esta semana, Paulo Figueiredo fez uma publicação em que
alegou: “A campanha de Flávio Bolsonaro não tem agenda, não tem comunicação,
não tem organização e não tem planejamento”. Ainda chegou a acusar a campanha
de fazer “vagabundagem técnica” e “campanha desgraçada”.
