Os órgãos e
instituições terão um prazo improrrogável de 15 dias para apresentar respostas
ao MPF. A medida foi tomada diante de preocupações com a segurança dos
pedestres que utilizam diariamente as passarelas ao longo da rodovia federal.
O Ministério
Público Federal monitora a situação das passarelas da BR-101 há pelo menos 15
anos. Nesse período, foram registradas diversas notificações apontando riscos
estruturais graves, como corrosão avançada, degradação do concreto, armaduras
expostas, além de problemas relacionados à iluminação pública e à
acessibilidade.
Um laudo técnico
elaborado em 2024 por peritos do MPF concluiu que as estruturas necessitam de
manutenção contínua e imediata. Segundo o documento, a falta de ações
preventivas ao longo dos anos agravou os danos e comprometeu a segurança dos
usuários.
De acordo com a
perícia, a ausência de intervenções corretivas pode resultar na perda da vida
útil das passarelas e aumentar os riscos para a população.
