Movimentos sindicais e coletivos populares alinhados à esquerda e à direita organizaram atos em todas diversas cidades em todas as regiões do Brasil nesta sexta-feira (1°/5), Dia do Trabalho. As maioria das manifestações foca no fim da escala 6×1, redução de jornada sem corte de salário e valorização sindical.
Em São Paulo, na Avenida Paulista, a direita
vai realizar um ato em defesa da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à
Presidência, pedir liberdade para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além do
fim da 6×1. Um ato chegou a ser planejado pela Central Única dos Trabalhadores
(CUT) na Avenida Paulista, mas foi frustrado após mobilizações de movimentos
bolsonaristas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
não deve participar de nenhum ato oficial, assim como o ministro-chefe da
Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
Já o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, deve
ir do ato em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, berço político do PT.
As manifestações buscam pressionar por
mudanças na legislação trabalhista. Em 14 de abril, o governo enviou ao
Congresso o projeto de lei que trata do fim da escala 6×1.
