A
deputada estadual Márcia Maia e o presidente estadual do PMB (Partido da Mulher
Brasileira), vereador Raimundo Mendes, que também preside a Câmara de São Gonçalo,
terão encontro em Brasília com a direção nacional do partido.
É
o primeiro sinal de que a ex-governadora e vice-prefeita de Natal, Wilma de
Faria, deverá ingressar com seu grupo no PMB, que é a 35ª legenda oficialmente
reconhecida no país.
O
partido adotará nas urnas o número 35. O seu estatuto não proíbe a filiação de
homens e rege-se "sem restrições de qualquer ordem: sexual, social,
racial, econômica ou religiosa".
O
PMB se define como um partido de "mulheres progressistas", "ativistas
de movimentos sociais e populares" e que, junto com homens,
"manifestaram sempre a sua solidariedade com as mulheres privadas de
liberdades políticas, vítimas de opressão, da exclusão e das terríveis
condições de vida".
A
presidente do PMB, Suêd Haidar, afirma que o partido não é feminista. Ela nasceu
em família pobre, no Maranhão, e participou da criação do PDT, fundado em 1979.
