Sob
o argumento de que não dá para comprar mais de uma briga ao mesmo tempo, o
governo Dilma Rousseff desistiu de propor, neste momento, uma reforma
trabalhista e vai focar suas "energias" na da Previdência.
A
equipe da presidente diz que o tema não será abandonado, mas considera que,
neste momento de desemprego alto, seria impossível aprovar mudanças na
legislação trabalhista que dessem mais força para a negociação direta entre
patrões e empregados.
Inicialmente,
o governo queria negociar as duas reformas na primeira reunião deste ano do
Fórum Nacional de Previdência e Trabalho, composto por empresários e
trabalhadores, que acontecerá nesta quarta-feira (17).
A
equipe de Dilma acreditava até que teria o apoio de algumas centrais sindicais,
que já defenderam a medida no passado, mas foi avisada de que a crise, com
desemprego em alta, impossibilita negociações nessa área.
