O
governo pretende fazer a substituição total de cédulas antigas pelas novas
notas da segunda família do real. A ideia é fazer 100% da troca antes da
Olimpíada do Rio. Atualmente, 44% das cédulas de R$ 2 e 38% das notas de R$ 5
ainda são da primeira família.
Nove
em cada dez notas de R$ 100 são da segunda família. Nas notas de R$ 50, o
porcentual supera 80%. Os dados são do Departamento de Meio Circulante do BC e
computam todo o dinheiro em circulação no País: no bolso das pessoas, nos
caixas dos comerciantes e nos cores dos bancos, por exemplo.
Para
aumentar a vida útil dessas cédulas, a Casa da Moeda passou a usar uma camada
de verniz nos dois lados para diminuir a absorção de sujeira.
Para
o sindicato dos funcionários do Banco Central (Sinal), o atraso no recolhimento
do dinheiro antigo é motivo de preocupação. Segundo Daro Piffer, presidente do Sinal,
a estratégia traz risco à saúde da população e facilita a falsificação das
notas pela dificuldade de identificação de elementos de segurança.
