27 de agosto de 2013

Vereadores recebem comissão de estudantes do “Revolta do Busão”

Um grupo de estudantes que se dizem integrantes do movimento popular "Revolta do Busão" foi recebido para uma conversa informal por cerca de uma hora no gabinete do presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, Rosano Taveira da Cunha (PRB). O encontro contou com a presença de todos os vereadores.
Os estudantes levaram uma pauta de reivindicações onde o tema principal é a cobrança da meia-passagem nos transportes alternativos de Parnamirim. O grupo tentou fazer um protesto na tarde ontem em frente a Câmara devido as reformas implementadas pela Mesa Diretora na construção de um alambrado em frente ao prédio, o que irá dar mais segurança a Casa Legislativa Municipal.

Nas recentes manifestações da Revolta do Busão, vários vândalos invadiram a câmara e promoveram bagunça dentro das dependências da Casa Legislativa e quebraram o vidro de acesso ao plenário, tal a facilidade de entrada.

Depois de ouvirem as explanações dos vereadores, os estudantes definiram  que irão em comissão, em conjunto com um grupo de parlamentares, para uma conversa com o Ministério Público Estadual no sentido de pleitear fazer velar a meia-passagem.

Ficou acertado que uma comissão de vereadores irá solicitar uma audiência com o DER e uma comissão da Revolta do Busão irá acompanhá-los para definir novos rumos da passagem de ônibus no município. Outras ações deverão acontecer entre a Câmara e o “Revolta do Busão”.

 "A nossa pauta é ampla, queremos o Passe Livre para estudantes e desempregados, o fim da dupla função. É muita coisa", garante Jéssica Régis, da comissão de comunicação da “Revolta do Busão”, acrescentando que a reunião foi "muito produtiva e esclarecedora".

Todos os vereadores puderam se pronunciar no encontro e principalmente, mostrar o que a Câmara Municipal tem feito em defesa da melhoria do transporte público parnamirinense.
Os estudantes ainda ouviram do presidente Rosano Taveira os motivos da Câmara haver mandato colocar tapumes na frente do prédio.

"Trata-se de um prédio público que se encontrava muito exposto e precisava de uma maior proteção, até mesmo para a segurança dos vereadores e funcionários", justificou Taveira.