Segundo
o governo, as medidas “serão novas ações de enfrentamento aos efeitos da guerra
no Golfo Pérsico” sobre o setor de combustíveis no Brasil.
Os
ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e do Planejamento e
Orçamento, Bruno Moretti, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda,
Rogério Ceron, afirmam que o governo esperava aprovar o PLP (Projeto de Lei
Complementar) dos Combustíveis, que permite usar receitas extraordinárias de
petróleo para reduzir impostos dos combustíveis, só na próxima semana. Enquanto
isso, há pressão de um possível aumento na gasolina da Petrobras subir.
A
MP prevê um benefício tributário na Cide e do PIS/Cofins, tributos federais que
incidem sobre os combustíveis. A nova subvenção terá início pela gasolina, que
ainda não foi alvo de nenhuma medida para conter o aumento de preço, mas, de
acordo com o governo, pode se estender ao diesel.
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