As atualizações vão
desde a necessidade de reposicionamento político até os cálculos eleitorais de
competitividade das chapas, o que pode esvaziar bancadas no Parlamento.
Até 3 de abril,
ocupantes de cargos eletivos, obtidos em pleitos proporcionais, podem mudar de
legenda sem o risco de perder o mandato por infidelidade. O período é
considerado central na definição da composição das siglas para a disputa
eleitoral e deve mexer com a configuração da Câmara dos Deputados e de
assembleias legislativas em todo o Brasil.
Nesse sentido,
alguns parlamentares já anunciaram a saída para o PL, entre eles:
Dr. Kerginaldo, Gustavo
Carvalho, José Dias, Luiz Eduardo e Exequiel Ferreira de Sousa, todos do PSDB.
Eles se juntarão ao Coronel Azevedo e Terezinha Maia.
Há ainda alguns que
não confirmam a permanência nos atuais partidos, a partir da sinalização da
análise de convites de outras agremiações, estando entre eles Adjuto Dias (MDB)
e Taveira Júnior (União), que seguem com as tratativas, embora devam apoiar os
candidatos do PL ao Governo do Rio Grande do Norte.
Como reforçam os
políticos, para além do posicionamento político ou da compatibilidade
ideológica, os deputados estaduais calculam os partidos com potencial de formar
chapas mais competitivas e, consequentemente, conquistar mais cadeiras na ALRN,
a partir da eleição proporcional.
Há ainda a situação
de parlamentares da base governista que também devem fazer troca de partidos.
