A Federação dos Trabalhadores em Educação criticou o reajuste de 0,37% do piso nacional do magistério para 2026. A manifestação ocorre após a publicação das portarias do Governo Federal que confirmaram aumento de 8,54% no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), que financia a educação no país.
As normas divulgadas
no DOU (Diário Oficial da União), definem os valores de referência por aluno
usados para calcular o volume de recursos destinados às redes estaduais e
municipais de ensino.
A CNTE
(Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) solicitou reunião com o
ministro da Educação, Camilo Santana, para buscar alternativas para reverter o
baixo percentual.
A entidade firma
que continuará acompanhando o tema e cobrando mudanças no índice de reajuste do
piso nacional, com o objetivo de alinhar o crescimento do financiamento da
educação à remuneração dos profissionais da rede pública.
