Os
diretores do presídio Rogério Coutinho Madruga, conhecido como pavilhão cinco
de Alcaçuz, foram exonerados nesta quinta-feira (16). A exoneração acontece um
mês após a maior e mais violenta rebelião da história do sistema prisional
potiguar. Em janeiro, pelo menos 26 detentos foram mortos. Destes, 15 foram
decapitados.
Ivis
Ferreira, o diretor, e Rubian Rocha,
vice, serão substituídos pelos agentes Francisco Giovanny e Hudson Luiz da
Silva.
O
Pavilhão 5 de Alcaçuz, oficialmente chamado de Presídio Estadual Rogério
Coutinho Madruga, deverá ser desativado juntamente com todo o complexo
prisional de Alcaçuz, conforme anunciado pelo Governo do RN. Esse pavilhão,
inaugurado em dezembro de 2010, custou cerca de R$ 11 milhões aos cofres
públicos e foi construído seguindo modelo americano de segurança.
