O
Ministério Público Estadual pediu a prorrogação do prazo de 72 horas
determinado pela Justiça para a suspensão das atividades da Central de
Abastecimento do Rio Grande do Norte (Ceasa), em Natal.
Na
última segunda-feira (17), a Justiça determinou a desocupação do local porque o
funcionamento da Ceasa do jeito que está, segundo a decisão, “pode acarretar
prejuízos irreparáveis à saúde da coletividade, em virtude do acúmulo de águas
nas ruas adjacentes”, “além de águas servidas que obstruem as bocas coletoras
do sistema de drenagem”.
O
Governo recorreu da decisão e uma audiência de conciliação foi marcada para a
próxima sexta-feira (21).
A
promotora de Justiça Gilka da Mata requereu a prorrogação do prazo de
desocupação até esta sexta-feira (21) quando acontece a audiência de
conciliação entre o MP e o Governo do Estado.
Segundo
a promotora, há a expectativa de que durante audiência o Governo do Estado e a
diretoria da Ceasa apresentem proposta diversa da que já foi apresentada em
Juízo "para realizar as adequações sanitárias na Ceasa, e não insistir na
transferência da Central para o município de Parnamirim até o final deste
ano".
