A
nova sigla é formada principalmente por profissionais do setor privado, sem
experiência na política, e identificados com ideias liberais. Entre os
integrantes do novo partido estão administradores, engenheiros, estudantes,
advogados, médicos, economistas, empresários, entre outros profissionais.
"Analisando
os partidos políticos existentes, concluímos que nenhum deles defendia
claramente a maior autonomia e liberdade do indivíduo, a redução das áreas de
atuação do Estado, a diminuição da carga tributária e a melhoria na qualidade
dos serviços essenciais, como saúde, segurança e educação. Em razão desta
constatação, optamos pela formação de um novo partido político", diz a
apresentação da legenda em seu site.
No
julgamento, os ministros entenderam que o Partido Novo não pode ser enquadrado
na nova legislação, em vigor desde o começo deste ano, que dificulta a criação
e fusão de legendas. Isso porque o pedido de registro foi apresentado ao TSE
antes das novas regras.
Pela
norma em vigor atualmente, o registro de novos partidos só serão aceitos
apoiamentos de eleitores não filiados a outra sigla. Na legislação anterior, a
exigência era apenas das assinaturas.
Dos
sete ministros do TSE, apenas a ministra Maria Thereza de Assis Moura votou
contra a concessão do registro porque os apoios deveria ser de pessoas não
filiadas a legendas.
Além
de 492 mil assinaturas entregues ao TSE, o Novo já fundou 9 diretórios
estaduais (em SP, RJ, MG, ES, DF, GO, MS, RO e RN) e 4 núcleos de apoio (no RS,
SC, PR e PE).
