A
multiplicidade de processos dentro da Operação Pecado Capital torna difícil
prever o desfecho do caso que apura fraudes no Ipem, isso porque são 23 ações
só na esfera criminal, já que o Ministério Público Federal (MPF) decidiu
esfacelar o caso apresentando múltiplas denúncias.
Especificamente
sobre o processo cujos réus foram ouvidos nessa semana, o esperado é que em 60
dias ele esteja concluso para decisão ao juiz Walter Nunes, da 2ª Vara Federal
de Natal.
Ex-deputado
estadual e réu nas ações, Gilson Moura prestou depoimento nessa quinta. Ele,
que indicou Rychardson Macedo para a direção do Ipem, é acusado de se beneficiar
dos desvios de recursos.
No
depoimento na Justiça Federal, Gilson Moura chegou a chorar e negou as
acusações. Em sua defesa, afirmou que se tivesse se beneficiado dos desvios não
teria o padrão de vida que mantém, diferentemente do que se registrou com
Rychardson.
