Há dois dias acampados na
Central Comercialização da Agricultura Familiar, no bairro de Lagoa Nova, os
integrantes do Movimento Sem Terra (MST) estão organizados para passar quanto
tempo for necessário até que as reivindicações sejam atendidas. É o que garante
a dirigente regional do movimento, Erika Fernandes.
“Nos organizamos, dividimos o
pessoal para várias funções e está tudo muito bem encaminhado aqui. Organizamos
banheiros, a alimentação foi arrecadada dos acampamentos e assentamentos,
compramos outras coisas”, relatou a dirigente.
Espalhados em barracas e
redes, cerca de 70 sem-terras estão no local. Erika Fernades garantiu que não
há previsão de quando vão sair da Central. Segundo ela, representantes do
Governo do Estado foram ao local na sexta-feira (1º) para avaliar o espaço para
colocar em funcionamento.
