A posse de José Adécio, que é
candidato a reeleição, foi rápida e ocorreu na sala da Presidência da
Assembleia. O deputado assumiu o cargo depois de ter sido retirado, também por
uma decisão do TSE, há 20 dias, período em que Nasser permaneceu como
parlamentar.
“Esse vai e vem (da Justiça
Eleitoral) está a meu favor. A decisão do TRE foi pela cassação de Dibson
Nasser, o TSE manteve a decisão e teve também uma liminar da ministram Carmem
Lúcia, quando era presidente do TSE”, comentou José Adécio, citando ainda que o
parecer do Ministério Público Eleitoral é favorável a permanência dele como deputado
estadual.
O deputado do DEM fez questão
de frisar que não teve a iniciativa de denunciar Dibson Nasser por abuso de
poder político. O processo foi originado pelo PRP.
“Eu só me habilitei como
litisconsorte depois que o TRE já tinha se pronunciado com três votos
favoráveis a cassação de Dibson. Ou eu fazia isso, ou a primeira suplência
passava para Chico da Prefeitura (que era o segundo suplente da coligação)”,
observou.