A Justiça Federal determinou
que Gilson Moura seja afastado do cargo de deputado estadual, além da
indisponibilidade de bens dele e outros seis envolvidos no esquema investigado
na Operação Pecado Capital.
A decisão foi tomada após o
Ministério Público Federal (MPF) apresentar 11 novas ações de improbidade
administrativa contra o parlamentar e outras 15 pessoas.
Entre as denúncias do MPF
estão casos de funcionários fantasmas, obras superfaturadas, e contratos de
empresas pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem/RN) entre 2007 e 2011 durante
a gestão de Rychardson de Macêdo, para prestar serviços ao deputado.
O processo aponta que os
prejuízos aos cofres públicos resultem em um montante de R$ 1.657.316,60.
