A fiscalização
do transporte escolar visa coibir a ação dos clandestinos. Consiste no
acompanhamento, caracterização, abordagem, fiscalização e autuação de veículos
que não possuem autorização do órgão gerenciador, a Setra – Secretaria
Municipal de Trânsito e Transporte.
O
assunto foi amplamente debatido na sessão ordinária desta segunda-feira (26) da
Câmara Municipal de Parnamirim. O tema foi levado à tribuna pelo vereador Valério
Felipe Santiago (PDT) e em seguida aparteado pelo vereador Antônio Batista
Barros (PMDB), que já foi secretário de Trânsito e Transporte.
Segundo Valério Santiago, o trabalho deve ser constatado
em campo pelas equipes de fiscalização com a abordagem dos veículos em blitzes.
“Talvez, por falta de efetivo, esse trabalho tem sido falho”, afirmou o
vereador que também pediu uma atenção especial ao assunto.
Hoje, há em torno de 103 veículos escolares registrados na
Setra. Mas, segundo Antônio Batista, há denúncias de que transportes
clandestinos estão atuando, principalmente atuando à serviço de escolas
particulares de pequeno porte.
A ideia é que os motoristas mantenham os veículos de
acordo com as normas de segurança e de trânsito vigentes, e que os pais e
saibam observar e escolher o transporte mais adequado para os filhos.
As blitzes realizadas são importantes, uma vez que serão
verificados nos veículos de transporte escolar pneus, cintos de segurança,
faróis, faixas refletivas, entre outros itens essenciais para a segurança dos
estudantes. Essas blitzes devem ser realizadas duas vezes ao ano, no início do
ano escolar e no segundo semestre.
